PERFIL

Atua em diversas áreas da Cirurgia Plástica reparadora e estética. Realiza procedimentos ambulatoriais e hospitalares.


FORMAÇÃO
• Formado pela Faculdade de Medicina da USP
• Residência em Cirurgia Geral no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
• Residência em Cirurgia Plástica no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
• Especialização em Microcirurgia Reconstrutiva no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
• Título de especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)
• Realizando Mestrado em Cirurgia Plástica no Instituto de Ensino e Pesquisa – Hospital Sírio Libanês

ATUAÇÃO
• Cirurgião Plástico Colaborador do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP)

ESTÁGIOS INTERNACIONAIS
• Emory University Hospital - Atlanta, GA, USA
• Georgetown University Hospital – Washington, D.C., USA

SOCIEDADES MÉDICAS
• Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
• Sociedade Americana de Cirurgia Plástica

IDIOMAS
• Inglês

CIRURGIA PLÁSTICA REPARADORA

É o ramo da Cirurgia Plástica que se destina a reconstruir áreas com anormalidades congênitas ou adquiridas, que podem ser de origem genética, causadas por tumores, traumas, infecção ou por alterações próprias do desenvolvimento. Visa o restabelecimento da função e da forma. Na Cirurgia Plástica Reparadora, são comumente empregados:

• Enxertos de pele: porções de pele saudável retiradas de uma parte do corpo (área doadora) para cobrir uma área danificada no intuito de recuperar sua aparência ou função.

• Retalhos: porções de tecido vivo com irrigação sanguínea própria retiradas de uma área doadora e transplantadas para a região a ser reparada.

• Expansores de tecido: material sintético usado para promover a expansão da pele vizinha ao defeito com o objetivo de facilitar a sua reparação. É sempre necessário mais de um procedimento cirúrgico nessa modalidade de reconstrução.

RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA

Nenhum tratamento combina tão bem os aspectos reparador e estético da Cirurgia Plástica como a reconstrução mamária. A integração entre a equipe de Cirurgia Oncológica e a equipe de Cirurgia Plástica durante o planejamento, o ato cirúrgico e o acompanhamento pós-operatório é um fator fundamental no sucesso do tratamento.

Frente a uma ressecção parcial ou total da mama, cabe ao cirurgião plástico, respeitando os anseios e as condições clínicas da paciente, optar pela técnica mais adequada para cada caso, empregando os princípios da cirurgia oncoplástica. As opções disponíveis para reconstrução da mama são variadas, e incluem expansores, próteses e retalhos.

TUMORES CUTÂNEOS

A pele abriga mais de 50% dos tumores malignos do corpo humano. Geralmente, eles estão relacionados à exposição aos raios ultravioleta. Dentre os tumores cutâneos, os mais comuns são:

• Carcinoma Basocelular (CBC): são os mais frequentes tumores da pele, ocorrendo mais em pessoas de pele clara e em regiões do corpo expostas ao sol. Raramente produzem metástases.

• Carcinoma Espinocelular (CEC): são tumores geralmente mais agressivos e ocorrem em áreas danificadas pelo sol, queimaduras, radiação, etc. Apresentam maior taxa de metástases que o CBC.

• Melanoma: representam 4% de todos os tumores malignos, e sua taxa de cura, que chega a 80%, está relacionada com a profundidade da lesão na pele. Quanto mais profunda a lesão, maior a chance de metástases.O tratamento do câncer de pele, com raras exceções, é cirúrgico. Na suspeita de um tumor cutâneo, é fundamental procurar rapidamente um especialista para obter o tratamento adequado e aumentar as chances de cura.

QUEIMADURAS

As queimaduras da pele podem ser provocadas por vários fatores, incluindo o contato com superfícies excessivamente quentes ou frias, chamas de combustão, agentes químicos ou descargas elétricas.

Dependendo da sua profundidade, as queimaduras podem ser classificadas como:

• Primeiro grau: são superficiais, restritas à epiderme. Entre suas causas estão as lesões por chamas e a radiação ultravioleta do sol. São tratadas com agentes tópicos, como a loção de aloe vera, que facilita a reepitelização e alivia a dor.

• Segundo grau: acometem toda a epiderme e parte da derme. São muito dolorosas e podem ser causadas por vários fatores, como radiação ultravioleta, escaldadura com água, chama direta ou nas roupas e substâncias químicas, entre outros. As queimaduras de segundo grau superficiais geralmente são restauradas em duas semanas e não deixam marcas, mas pode haver discromia (alteração de cor da pele). Quando mais profundas, as queimaduras de segundo grau cicatrizam em 3 a 8 semanas, e costuma haver formação de cicatrizes e contraturas. Nestes casos, quando não há reepitelização em até três semanas, recomenda-se a excisão cirúrgica e enxertia.

• Terceiro grau: representam o comprometimento da espessura total da pele. Ao contrário das queimaduras de primeiro e segundo graus, provocam pouca ou nenhuma dor, devido à destruição das terminações nervosas. Entre suas causas, estão o contato com líquidos ou sólidos quentes, chama, substância químicas e eletricidade. Seu tratamento requer excisão cirúrgica e enxertia, exceto quando ocupam uma área muito pequena.

• Quarto grau: são queimaduras que ultrapassam os limites da pele e acometem estruturas mais profundas, como ossos, músculos ou tendões. São lesões graves, frequentemente causadas por descargas elétricas de grande intensidade, e necessitam de tratamento cirúrgico.

PARALISIA FACIAL

A paralisia facial traz diversos prejuízos ao paciente, tanto no aspecto físico quanto no psicológico. A função da musculatura da face é vital para a proteção do olho, a manutenção da via aérea nasal, a continência oral e a fala. É o movimento coordenado desses músculos que permite ao indivíduo sorrir, piscar, movimentar os lábios e expressar as suas emoções.

Paralisia facial congênita é aquela presente ao nascimento. Estima-se que 2% dos recém-nascidos tenham algum grau de paralisia facial, na maioria dos casos de curta duração, devido à pressão exercida pelo canal de parto sobre a face da criança. Mais raramente, a paralisia pode fazer parte de alguma síndrome congênita.

Na vida adulta, as principais causas de paralisia facial são processos inflamatórios (paralisia de Bell), tumores intracranianos (ex.: neurinoma do acústico) ou traumatismos.

O tratamento da paralisia facial é multidisciplinar, e envolve muitas vezes a interação do paciente com profissionais de diferentes especialidades (ex.: Neurocirurgia, Otorrinolaringologia, Cirurgia Plástica, Fonoaudiologia e Psicologia).

Um cirurgião plástico especializado em microcirurgia pode não somente realizar procedimentos para melhorar a função dos olhos e da boca, mas também promover a recuperação da estética da face e do sorriso.

CIRURGIA PLÁSTICA ESTÉTICA

Compreende um conjunto de procedimentos utilizados para remodelar estruturas normais do corpo, buscando melhorar a aparência e a auto-estima do(a) paciente.

CIRURGIA DA FACE

• Ritidoplastia: busca suavizar os sinais de envelhecimento facial, como rugas de expressão, flacidez cutânea e excessos de gordura, deixando a face com uma aparência mais descansada.

• Blefaroplastia: tratamento do excesso de pele e das bolsas de gordura sob as pálpebras e o seu reposicionamento, quando necessário.

• Rinoplastia: correção de deformidades traumáticas ou não, visando a harmonia entre o nariz e as estruturas da face.

• Otoplastia: tratamento de deformidades como orelhas proeminentes ou orelhas em abano. Traz grandes benefícios estéticos e psicológicos para crianças e adultos.

CIRURGIA DAS MAMAS

• Mastoplastia redutora: pacientes com mamas volumosas podem se beneficiar da melhoria na forma e da prevenção de problemas causados por mamas excessivamente grandes.

• Mastoplastia de aumento: indicada para pacientes com hipomastia ou mamas pequenas. Envolve a colocação de próteses de silicone. A escolha do tipo e do tamanho das próteses e do posicionamento das cicatrizes deve ser o resultado de um acordo entre a paciente e o cirurgião.

• Mastopexia: para pacientes com ptose ou queda das mamas. É um remodelamento da mama, com retirada de pele e pouca ou nenhuma retirada de tecido mamário.

• Ginecomastia: é o aumento das mamas no homem. É fisiológico na puberdade, não requerendo tratamento cirúrgico na maioria dos casos. Mas há diversas outras causas, como alterações hormonais e o uso de algumas substâncias.

CIRURGIA DO CONTORNO CORPORAL

• Lipoaspiração: retirada de gordura com cânulas de sucção para melhoria da forma, harmonizando a distribuição da gordura no corpo do(a) paciente. É um método de remodelamento, não tem como objetivo a perda de peso.

Em casos específicos, podem ser utilizadas técnicas de lipoenxertia para preencher algumas áreas deprimidas, promovendo um contorno mais harmônico.

• Dermolipectomia: é a retirada de pele e gordura de áreas que apresentam flacidez, como o abdome, os braços e as coxas.

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